Com a chegada de 2026, a relva artificial deixou de ser vista apenas como uma alternativa prática para se tornar num elemento central do design de exteriores e da sustentabilidade doméstica. Em Portugal, onde a gestão da água é cada vez mais crítica, escolher o relvado certo é uma decisão que combina estética, engenharia e consciência ambiental.
Na Domo Portugal, acompanhamos a evolução tecnológica do setor. Se está a planear transformar o seu jardim este ano, aqui estão os critérios essenciais para garantir que escolhe uma solução adequada.
1. O formato da fibra:
Em 2026, a tecnologia de extrusão atingiu um novo patamar. Já não falamos apenas de “fios de plástico“, mas de filamentos com memória de forma. Fibras em “C“ ou “W“: Estes formatos permitem que a relva recupere a posição vertical após a passagem, garantindo que o seu jardim não fique “acamado“.
2. Conforto térmico
Um dos maiores avanços recentes é a capacidade de dissipação de calor. Ao escolher o seu modelo Domo, verifique as tecnologias de arrefecimento passivo. Relvados de gama alta em 2026 utilizam pigmentos refletores de infravermelhos, conseguindo manter a superfície até 20% mais fresca do que as soluções convencionais.
Conclusão: um investimento inteligente
Escolher relva artificial em 2026 é investir na valorização do seu imóvel e na sua qualidade de vida. Menos tempo a cortar a relva significa mais tempo para desfrutar do seu espaço. Na Domo Portugal, o nosso compromisso é oferecer soluções que resistam ao tempo e às modas. Estamos aqui para ajudar.
Pronto para transformar o seu exterior?
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